
Com soluções públicas inteligentes cuja finalidade é o de transformar a comunicação digital nacional, assim é o conceito de uma tecnologia 100% brasileira, mas com investimento chinês. Centro de uma disputa mundial com os Estados Unidos, a China vem surpreendendo o mundo com avanços modernos como inteligência artificial, supercomputadores, energia renovável, superaplicativos e pagamentos móveis.
Todo este processo, criado há mais de três décadas, teve o seu impulso gerado por investimentos estratégicos em pesquisa e desenvolvimento e um grande número de cientistas e engenheiros. Ao longo desse período, a China vem se destacando em setores como telecomunicações (Huawei), biotecnologia, exploração espacial e computação quântica.
Investimentos financeiros em larga escala fez com que a China se tornasse uma potência global em inovação e um importante player em tecnologias emergentes. E este tem sido o tema das entrevistas e palestras que o CEO Diogo Archanjo, cofundador da Phiz Chat e fundador da Ingoo Every Where.
Além de liderar a expansão do Phiz e da Ingoo, Diogo Archanjo também é diretor de tecnologia do Instituto Coalizão Rio, iniciativa que promove empreendedorismo, capacitação de jovens e inovação digital no Estado do Rio de Janeiro. A base do instituto é conecta startups, empresas e órgãos públicos, estimulando projetos que fortalecem a economia local e desenvolvem talentos tecnológicos, alinhando-se à visão do Phiz de impactar positivamente o desenvolvimento do Brasil, através da tecnologia.
Diogo acredita que a missão é oferecer ao país tecnologia própria, sustentável, confiável e inovadora, capaz de gerar oportunidades e fortalecer a presença digital do Brasil, no cenário global. “Acreditamos que a tecnologia brasileira precisa ser protagonista para que o país avance com independência e inovação”, observa Diogo Archanjo.
Se, de um lado, vemos os Estados Unidos, cada vez mais, fechando as portas para o Brasil, a ideia é olhar para o outro lado do mundo. A China está na corrida global pela liderança em IA, impactando setores como robótica, software e mobilidade. Além disso, é um mercado gigantesco com mais de um bilhão de possíveis consumidores dos produtos brasileiros.
Detentora de alguns dos supercomputadores mais poderosos do mundo, a China, sendo a segunda maior potência do mundo, parceira do Brasil no BRICS, é o maior investidor mundial em tecnologia de energias renováveis.
Diogo Archanjo tem feito de forma exaustiva a defesa de um Brasil mais tecnológico, olhando para investimentos oriundos da China. Energia é movimento.